quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Umbanda e sua História!


Umbanda e sua História! A Umbanda teve sua origem há milhares de anos. Sua origem remonta aos tempos da Lemúria. A Lemúria foi um continente que abrangia as Américas e a África, juntas, é claro... No continente da Lemúria, em seu centro, onde hoje é o Planalto Central Brasileiro, surgiu ou foi revelada a Umbanda. Essa Umbanda era o CONHECIMENTO INTEGRAL. Era a Religião, a Filosofia, a Ciência e as Artes reunidas em um único bloco de conhecimento. Realmente, os Lêmures eram adiantadíssimos, e receberam a revelação da UMBANDA, a RELIGIÃO-PRIMEVA. Muitos pesquisadores espiritualistas respeitabilíssimos atestam a Tradição da Pura raça Vermelha na Lemúria. Atestam também que na Lemúria tivemos a visita de “extraterrenos”, (Seres Espirituais que deixaram de encarnar em seus planetas originais e iniciaram suas encarnações no planeta Terra. Como exemplo, poderemos citar muitos Seres Espirituais de Marte, Vênus, Júpiter e Saturno. Repetimos, encarnaram como terrenos e não vieram em discos voadores ou outros processos. O processo foi o do encarne comum a todo terráqueo), os quais teriam REVELADO a Umbanda. A civilização que sucedeu a Lemuriana foi a Atlante, também citada por conceituados autores espiritualistas. A civilização atlante foi poderosa, mas, por vários motivos, entre eles o orgulho, a vaidade e o egoísmo, foram dizimados. Nesse período negro da civilização atlante, a Umbanda começou a se fragmentar e a se deturpar. Era na época a única Religião-Ciência da humanidade. Ao fragmentar-se, em plena Atlântida, daria origem às religiões, ciências, filosofias e artes de todos os tempos. Era a Umbanda a Religio-Vera, a Primeva Religião que, ao ser deturpada, corrompida e fragmentada, deu origem a todas as religiões. Na verdade, todas as outras religiões surgiram das deturpações da Umbanda, que se iniciou em plena Atlântida. Dissemos que tanto na Lemúria como na Atlântida a Umbanda era a RELIGIÃO-UMA, e era ensinada a todos pela Pura raça Vermelha, a primeira raça a habitar o planeta Terra. Após dizermos da supremacia da Pura Raça Vermelha, da qual os indígenas brasileiros e mesmo os norte-americanos são seus remanescentes, penetremos no âmago da História da Umbanda até o seu ressurgimento, em pleno Brasil do século XIX, entre os anos de 1888 e 1889. Antes de entendermos como a umbanda RESSURGIU no solo em que um dia havia surgido, ou seja, aqui no Brasil, observemos outros povos que, em resquícios, também guardaram Fundamentos sobre a Umbanda, a qual era ensinada a raríssimos iniciados nos Templos de Osíris e Ísis. Toda a Mesopotâmia também conheceu esses fundamentos. Os EGÍPICIOS, os MÉROE, os CALDEUS passaram esse conhecimento, da Umbanda, ao povo de Mídia, os midianistas, que eram negros e tinham como grande líder e patriarca o poderoso Jetro, que viria a ser sogro de Moisés. Por ai já podemos observar como os Nagôs, os Angolanos, os Conguenses, em fragmentos muito deturpados, aprenderam e guardaram, através da tradição oral, os Fundamentos da Umbanda. Além da África, esse conhecimento alcançou o Oriente, inclusive Índia, Nepal, China, Manchúria, Mongólia e Tibet. Chegou ao “cume” do Himalaia, alcançando também outros povos. Sabemos que um celta europeu, de nome Rama, que há quase 90 séculos foi o primeiro patriarca legislador da Índia, Pérsia (I-Ram) e Egito, também foi conhecedor, em minúcias, desses fundamentos, o qual grafou em seu “Livro Circular Estrelado” ou planisfério astrológico. Assim, esse conhecimento alcançou os quatro cantos do planeta, sendo cada vez mais deturpado e interpolado. Os fenícios também possuíram pequenos ou quase nenhum dos Fundamentos de umbanda. Citamos os fenícios, pois os mesmos, em obediência às Leis do Universo, reencarnariam como portugueses e espanhóis. Justamente ambos, tal quais os fenícios, eram exímios navegantes, chegando propositalmente às terras brasileiras. Ao aqui chegarem encontrou remanescentes das poderosas nações Tupy-Nambá e Tupy Guarani. Não demorou muito, no próprio século XVI, e aporta no Brasil o negro africano. Veio como escravo, mas muitos deles, juntamente com alguns indígenas missionários reencarnados, iriam dar o INÍCIO LIBERTACIONISTA a milhões de consciências. Reunidos estavam no Brasil em pleno século XVI, indígenas, negros, amarelos e brancos. Embora o negro estivesse no cativeiro, no processo escravagista, muitos africanos eram evoluidíssimos e estava em reencarnações sacrificiais, o mesmo acontecendo aos indígenas e aos brancos. Nessa terra (TERRA DA SANTA CRUZ) vibrada pelo “Cruzeiro do Sul”, as Entidades Superiores iriam fazer ressurgir a Umbanda, a priori através do MOVIMENTO UMBANDISTA. Dissemos MOVIMENTO UMBANDISTA, pois os indígenas, africanos e brancos tinham seus rituais, e os mesmos estavam muito distanciados da verdadeira umbanda. Aproveitar-se-ia da miscigenação racial, do sincretismo cultural e, por dentro dessa mistura, far-se-ia ressurgir a Umbanda, através do Movimento Umbandista, que na verdade pretende fazer a sua restauração. Na época, os africanos já eram MONOTEÍSTAS, pois acreditavam num só Divindade Suprema, criadora e que estava acima de qualquer outra divindade menor. Denominavam essa Divindade Suprema de LODUMARE entre os Nagôs ou Yourubás e ZAMBY entre os Bantus (Angola, Congo). Acreditavam também em divindades menores as quais denominavam de ORIXÁ. Esse Orixá era um espírito altamente situado perante a Hierarquia Espiritual, sendo-lhe conferido o domínio de certas forças espirituais e naturais. Também tinham os Orixás como espíritos que nunca encarnaram no planeta. Aqueles que encarnavam e desencarnavam eram denominados de EGUNS, e, portanto, diferentes do Orixá. Basicamente, de forma simplificada, era assim a crença dos irmãos africanos. Os indígenas brasileiros remanescentes dos Tupy-nambá e Tupy-guarany também eram MONOTEÍSTAS, pois acreditavam em uma só Divindade Suprema, que denomivam TUPÃ. Abaixo de TUPÃ havia outras Entidades ou Divindades menores denominadas ARAXÁS. Tinham atributos naturais e sobrenaturais. Acreditavam no Cristo Cósmico ou Messias, o qual era denominado YURUPARI. Tinham a Cruz como símbolo sagrado exatamente por conhecerem o mito solar, que velava a Tradição do Cristo Cósmico e seu Santo Sacrifício. Chamavam essa cruz, que era sagrada, de CURUÇÁ. Os brancos, representados pelo europeu, trouxeram rudimentares noções do cristianismo, através do catolicismo romano. Mas da própria Europa chegou-nos em pleno século XIX, mais precisamente da França, o dito espiritismo ou Kardecismo. Não há de se negar que, em termos filo-religiosos ou mesmo cristãos, é o que de melhor havia da raça branca. Esse Kardecismo pregava a imortalidade da alma, as sucessivas vidas (reencarnações), a pluralidade dos mundos, a Lei de ação e reação e aplicação, em sua alta pureza, dos conceitos crísticos. Bem, do século XVI ao século XIX, tivemos muitas e muitas facetas desses três cultos miscigenados, mas que para futuro seriam um culto reorganizador e eixo direcional para a Confraternização Universal. A situação no século XIX, entre os anos de 1888 e 1889, em que fervilhavam as mudanças sociais, políticas, culturais, foi o momento propício para o Plano astral Superior imprimir uma mudança aos ditos cultos miscigenados, pois era inevitável e extremamente oportuno. Assim é que os ditos cultos miscigenados, ou também denominados cultos afro-brasileiros, começaram a sofrer o saneamento, a ponto de, em muitos locais, mormente Rio de Janeiro e São Paulo, já haver a manifestação de índios (caboclos) e negros africanos (preto-velhos). Essas pontas de lança foram comandadas pelo Caboclo Curugussú (Grito do Guardião), poderoso emissário da Raça Vermelha que, toda vez que “baixava”, juntamente com sua grande falange, dizia ter vindo trazer a Umbanda. Preparam o terreno, pois em 1908, nove anos após a proclamação da República, nos dias 15 e 16 de novembro do mesmo ano, uma Entidade Espiritual mediuniza um menino-moço de dezessete anos, chamado Zélio Fernadino de Moraes. A Entidade, que no dia 15 de novembro baixara em uma mesa kardecista e fora repelida, disse que no dia 16 baixaria na casa de seu aparelho, e nesse local não haveria nenhuma forma de discriminação, onde pobres, ricos, negros, brancos e bugres caboclos podiam baixar, e esse ritual se chamaria Umbanda. E assim foi feito. Perguntado o nome a essa possante Entidade, ela diz que, se necessário fosse dar um nome, esse seria CABOCLO DAS sete ENCRUZILHADAS, pois para ele não haveria caminhos fechados. Esse fato, ocorrido nos dias 15 e 16 de novembro, aconteceu no Rio de Janeiro. Esse marco do CABOCLO DAS sete ENCRUZILHADAS foi importantíssimo, e é bom que se frise que nas suas sessões nunca houve rituais com matanças de animais e nem os toques com os atabaques. A vestimenta era toda branca, os pés descalços e o próprio Zélio de Moraes, pedido do Caboclo Senhor Sete Encruzilhadas, usava apenas uma guia ou colar ritualístico. Pela sua humildade, modéstia e dedicação às coisas da Umbanda, Zélio foi um médium portentoso, que realmente trabalhava em favor dos necessitados do corpo da alma. A ligação mediúnica que tinha com o Caboclo Senhor Sete Encruzilhadas era ímpar. Realmente, era um médium de fato e de direito, com “ordens e direitos e trabalho”. O Caboclo Senhor Sete Encruzilhadas, em sua tarefa, foi complementado por mais duas portentosas Entidade, o Caboclo Orixá Male e o sapientíssimo Pai Antônio. Embora tendo feito vários núcleos, nenhum segui-lhe ou segue-lhe o modelo, à exceção de suas duas abnegadas filhas, Zilméia e Zélia. Nosso registro deliberadamente avança no tempo, e chegamos ao ano de 1956, de novo no Rio de Janeiro. Após 49 anos do advento do Caboclo Sete Encruzilhadas, o Sr. W.W. d Matta e Silva escreve um livro que viria revolucionar os conceitos de nossa Umbanda. É então lançado “UMBANDA DE TODOS NÓS”. Nesse livro, temos os primeiros ensaios de como seria a Umbanda do futuro, embora seja hoje vivente em alguns raríssimos terreiros. Mestre Matta & Silva – sim, era um Mestre, e nenhum vimos iguais – trouxe-nos conceitos inéditos sobre a Umbanda, aquela Umbanda praticada há centenas de milhares de anos na Lemúria e mesmo na Atlântida. Após essa obra, UMBANDA DE TODOS NÓS, escreveu mais oito portentosos trabalhos, que sem dúvida são marcos para o Movimento Umbandista. Foi também Mestre Matta e Silva um homem simples, humilde, que dedicou sua vida toda à Umbanda. Humilde professor devotou mais de 50 anos ao mediunismo, vindo a desencarnar em plena paz, em Itacurussá, a 17 de abril de 1988. Assim como Zélio, Mestre Matta foi um vitorioso. Voltou ao astral superior com a certeza de ter cumprido sua nobre e duríssima tarefa.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Dicas importantes by curiosidades!!!


5 Alimentos Que São Falsos E Você Não Sabia! Você sabia que muitos dos alimentos que consome no seu dia-a-dia são falsos? Confira a lista de 5 alimentos comuns e que não são realmente o que você pensa! Chocolate Segundo o Presidente da Associação de Turismo de Ilhéus, Bahia (Ilhéus é a maior produtora de Cacau do Brasil) 1 em cada 3 chocolates fabricados no Brasil não possuem a quantidade mínima de cacau para ser considerado um chocolate. O valor mínimo de cacau é 25% para que um chocolate seja considerado realmente um chocolate. Sua classificação deveria ser diferente, assim como ocorre com o chocolate branco que não passa de gordura e açúcar. Pão Integral Pães integrais são falsos em sua maioria pois não são 100% integrais. O importante ao comprar um pão integral é verificar se ele possui os dizeres “100 %integral” no rótulo e também se possui uma boa quantidade de fibras por porção, o que é comum em pães integrais. Cereja A maioria das pessoas compra e come chuchu achando que é cereja. Isso é muito comum em padarias, onde fazem uma cereja falsa utilizando o chuchu, que aceita qualquer sabor e engana muito bem aqueles que não conhecem o sabor de uma cereja de verdade. Kani Kama O Kani Kama é um dos alimentos mais falsos da lista, pois tem de tudo menos a carne de siri que todos acreditam estar comendo. O Kani consiste em uma mistura de carne de diversos tipos de pescados e amido de trigo, clara de ovo, açúcar, um extrato de algas, aromatizantes sabor caranguejo, sal, vinho de arroz e um pouco do mal afamado glutamato monossódico, que é um dos piores venenos existentes na comida industrializada. Manteiga na pipoca do cinema A tão famosa pipoca, que as pessoas gostam de comer antes de entrar na sala de cinema, também é uma farsa. Aquele cheirinho de manteiga que você sente enquanto compra seu ticket na realidade é óleo de soja com sabor artificial de manteiga. A coloração mais avermelhada é obtida com beta caroteno.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Linha ou Vibração de Ogum!


Características das Vibrações de UE! * Linha ou vibração de Ogum; Estas Entidades usam a roupagem de Caboclos. Estas entidades vibram também com força sobre o corpo astral fixando seus fluídos pelas costas e cabeça, precipitam a respiração e tomam o controle do físico, quando o alteram para um porte desempenado. Geralmente dão uma espécie de “brado” que, num bom aparelho, se entende bem as duas sílabas da palavra Og-gum, como invocação à Vibração que o ordena. Jamais esses brados podem ser confundidos com certos “uivos” e “latidos” que se escutam em “alguns” lugares, em pessoas que se dizem mediunizadas, com esgares e olhos injetados de vermelho, que indicam bebida alcoólica ou auto-sugestão. Esses Espíritos gostam de andar de um lado para outro e falam de maneira forte, vibrante e em todas suas atitudes demonstram vivacidade. Suas preces cantadas ou pontos traduzem invocações para a luta da fé, demandas, etc. Seus pontos riscados são semicurvos e revelam a força da Lei de Pemba pela Flecha, Chave e Raiz.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Signos - Escorpião!


Signos! *ESCORPIÃO: De 23 de Outubro a 21 de Novembro Signo da Água, regido por Marte e Plutão. CARÁTER: Enigmático e penetrante, o nativo de Escorpião sonda sem nada revelar. Por baixo da cortina de fumaça que faz questão de manter entre ele e as outras pessoas, é profundamente sentimental e sensível. Tem um faro especial para perceber aquilo que os outros querem esconder. Está sempre apaixonado, seja pelo trabalho, pela vida ou pela pessoa amada. PROFISSÃO: Graças à sua enorme força de vontade, paciência e persistência, o escorpiano pode vencer qualquer coisa a que se proponha. É praticamente irrefreável quando decide empreender algo. Pode esperar anos a fio para conseguir chegar aonde quer, e nem sempre é o sucesso que o motiva. Sensível ao sofrimento alheio, o escorpiano sente atraído por profissões ligadas à assistência. Profissões mais indicadas: Psicólogo, farmacêutico, militar, mineralogista. AMOR: O escorpiano anseia por uma união profunda e íntima, mas escolhe com muito cuidado quem ele vai deixar entrar na sua vida. Por trás da sua fria reserva, há um vulcão de paixão e de erotismo. Seu magnetismo é quase palpável. Ele ama ardentemente, e isso inclui uma dose maciça de ciúme. Melhores parceiros: Virgem, Câncer e Peixes. SAÚDE: O nativo de Escorpião tem uma notável resistência a doenças; no entanto, pode ser atacado por febres e males de origem inexplicável. O problema é que ele acha que sabe mais do que qualquer médico. As principais áreas afetadas são: bexiga, reto, próstata e ovários. Receita ideal: Meditação, bom humor, sexo.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Linha ou Vibração de Oxossi!


Linha ou vibração de Oxossi: Estas Entidades usam a roupagem de Caboclos. Os Orixás, guias e Protetores são suaves em suas apresentações ou incorporações. Jogam seus fluídos pelas pernas, com tremores e ligeiras flexões das mesmas (nesta altura, daremos um alerta aos irmãos de todos os graus que forem aparelhos em função de chefia: é em proporção assustadora que se observa na maioria dos aparelhos que se diz incorporar caboclos, principalmente de Oxossi, um vício ou uma propensão oriunda do subconsciente, fortemente influenciado por “conhecimentos externos”, em simularem um aleijão da perna, geralmente à esquerda, como se todos os espíritos, na forma de caboclos, fossem ou tivessem sido defeituosos da dita perna. Um Orixá de Luz, um Guia evoluído, não conserva em sua forma astral, essa mazela, que deixou através do resgate purificador dos erros que geraram aquela encarnação, que ficou apenas como experiência de uma fase escura em seu passado... talvez que, um ou outro, no grau de Protetores, por necessidade de seu próprio karma, conserve essa conseqüência, mas daí generalizar o hábito, não passa de infantilidade, ou então, acham que devem conservar uma perna flexionada, conforme a tem a imagem de S. Sebastião, supondo que todos os caboclos são seus enviados e obrigados manter a mesma postura...). Assim, como vínhamos dizendo, essas Entidades fluem suavemente pela cabeça até a pose total ou parcial. Falam de maneira serena e seus passes são calmos, assim como seus conselhos e trabalhos. Suas preces cantadas traduzem beleza nas imagens e na música: são invocações, geralmente tristes, às forças da Espiritualidade e da Natureza. Os pontos riscados são de sinais elegantes, pela flecha, Chave e Raiz.

domingo, 6 de outubro de 2013

Vibração original de Crianças!


Criança “amor e alegria”! No terreiro de Umbanda, as entidades que ritualisticamente se apresentam como crianças utilizando sua profunda psicologia e seu poder renovador emocional, aliviam as mazelas dos consulentes que vão a procura de seus préstimos por meio de consultas que são verdadeiras injeções de harmonia e alegria. As ditas "crianças" da corrente astral de Umbanda, são espíritos poderosíssimos, profundos conhecedores da ciência suprema, a magia, são senhores da energia etérica e suas consultas, verdadeiras preces de amor e alegria, proporcionam tranqüilidade e harmonia. Vale ressaltarmos o velho adágio:” O que um mago das trevas faz, qualquer um desfaz mas, o que uma criança faz (obviamente no sentido do bem) ninguém desfaz.” (leia em W.W. da Matta e Silva) Portanto, as crianças de Umbanda são na verdade espíritos altamente evoluídos e cuja pureza de sentimentos faz com que se apresentem como belas crianças nos terreiros de Umbanda. Enfim, o verbo mágico dos puros nos arremete para nossa infância espiritual, para o início, ou seja, faz renascer em nossos corações o sentimento de amor e pureza que proporcionam alegria e energia renovada para que possamos transpor com firmeza os obstáculos que aparecem em nossa vida, principalmente a âmbito emocional.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

São Cosme e São Damião!


São Cosme e São Damião!
Cosme e Damião foram martirizados na Síria, porém é desconhecida a forma como morreram. Seu culto já estava estabilizado no Mediterrâneo no século V. Perseguidos por Diocleciano, foram trucidados e muitos fiéis transportaram seus corpos para Roma, onde foram sepultados no maior templo dedicado a eles, feito pelo Papa Félix IV (526-30), na Basílica no Fórum de Roma com as iniciais SS - Cosme e Damião. Alguns relatos atestam que eram originários da Arábia, mas de pais cristãos. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio. Surgiram várias versões, mas nenhuma comprovada com fundamento histórico. Em uma das fontes, explica-se que eram dois irmãos, bons e caridosos que realizavam milagres. Alguns relatos afirmam que foram amarrados e jogados em um despenhadeiro sob a acusação de feitiçaria e inimigos dos deuses romanos. Em outra versão, na primeira tentativa de morte, foram afogados, mas salvos por anjos. Na segunda, foram queimados, mas o fogo não lhes causou dano algum. Apedrejados na terceira vez, as pedras voltaram para trás, sem atingi-los. Por fim, morreram degolados. Depois de mortos, apareceram materializados ajudando crianças que sofriam violências. Ao gêmeo Acta é atribuído o milagre da levitação e ao gêmeo Passio a tranqüilidade da aceitação do seu martírio. A partir do século V os milagres de cura atribuídos aos gêmeos fizeram com que passassem a ser considerados médicos, pois, quando em vida, exerciam a medicina na Síria, em Egéia e Ásia Menor, sem receber qualquer pagamento. Por isso, eram chamados de anargiros, ou seja, inimigos do dinheiro. Mais tarde, foram escolhidos patronos dos cirurgiões. Sempre confiantes em Deus, oravam e obtinham curas fantásticas. Também foram chamados de "santos pobres". Muitos esforços foram feitos para demonstrar que Cosme e Damião não existiram de fato, que eram apenas a versão cristã dos filhos gêmeos pagãos de Zeus. Isto não é verdade, embora haja evidências de que a superstição popular muitas vezes fez supor haver em seu culto uma adaptação do costume pagão. No Brasil, em 1530, a igreja de Iguaraçu, em Pernambuco, consagrou Cosme e Damião como padroeiros. No dia 27 de setembro, quando é realizada a festa aos santos gêmeos, as igrejas e os templos das religiões afro-brasileiras são enfeitadas com bandeirolas e alegres desenhos. No candomblé, são associados aos "ibejis", gêmeos amigos das crianças que teriam a capacidade de agilizar qualquer pedido que lhes fosse feito em troca de doces e guloseimas. O nome Cosme significa " o enfeitado" e Damião, "o popular". Padroados: ¨ Farmacêuticos ¨ Faculdades de medicina ¨ Barbeiros ¨ Cabeleireiros Protege: ¨ Orfanatos ¨ Creches ¨ Doceiras ¨ Filhos em casa ¨ Contra hérnia ¨ Contra a peste