terça-feira, 20 de setembro de 2016

TEA em Festa!!!


Foi com muita alegria, paz, harmonia, boas risadas e luz que realizou-se a 21ª Festa em Homenagem à falange de Crianças na TEA. Na oportunidade também tivemos mais um ritual de aceitação de novos membros à seara do velho Chico. Agradecimentos 1000 aos irmãos de Fato e de Direito que não pouparam esforços ao sucesso da Festividade. Diamantes são sempre Diamantes em todos os sentidos, já os cascalhos...bem longe de nós (rs).
Estamos com a capacidade esgotada, mas mesmo assim nos desdobramos em dar atenção a tudo e a todos. Preparando também ao andamento das festividades nos templos filiados à TEA até o dia 12/10/2016.
Viva às Criancinhas do Aumbhandam!!!
Viva nossa querida mãe Yemanjá!!!
Viva 2016!!!
Salve salve 2017 que vem por ai!!!
Odoyá Yemanjá! Haba!Ynayá!
Somos o que há para alegria de muitos e inveja, desespero, desvio e surto de poucos...bem poucos.
Adoro!!! 








quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Viva as Criancinhas do Aumbhandam!!!




Yori é a energia dos anjos de Olorum, deus supremo do povo Yoruba, criador do mundo. É a potencia divina manifestando-se e formando a coroa dos inocentes do espaço, representa a manifestação da criação em toda sua pureza (da potencia criadora do pai e da mãe nasce o filho) é considerada a única linha que domina a magia como um todo. Todas as forças para entrarem e saírem da aruanda precisa passar pela força de Yori. Pra alguns Ibeji e outros crianças. Yori significa a força que representa a manifestação da potencia que sai da Luz.
No terreiro de Umbanda, as entidades que ritualisticamente se apresentam como crianças utilizando sua profunda psicologia e seu poder renovador emocional, aliviam as mazelas dos consulentes que vão a procura de seus préstimos por meio de consultas que são verdadeiras injeções de harmonia e alegria. As ditas "crianças" da corrente astral de Umbanda, são espíritos poderosíssimos, profundos conhecedores da ciência suprema, a magia, são senhores da energia etérica e suas consultas, verdadeiras preces de amor e alegria, proporcionam tranqüilidade e harmonia.
Vale ressaltarmos o velho adágio:” O que um mago das trevas faz, qualquer um desfaz mas, o que uma criança faz (obviamente no sentido do bem) ninguém desfaz.” (leia em W.W. da Matta e Silva)
Portanto, as crianças de Umbanda são na verdade espíritos altamente evoluídos e cuja pureza de sentimentos faz com que se apresentem como belas crianças nos terreiros de Umbanda.
Enfim, o verbo mágico dos puros nos arremete para nossa infância espiritual, para o início, ou seja, faz renascer em nossos corações o sentimento de amor e pureza que proporcionam alegria e energia renovada para que possamos transpor com firmeza os obstáculos que aparecem em nossa vida, principalmente a âmbito emocional.

A TEA e demais templos filiados se preparam para a grande Festa em homenagem às criancinhas do Aumbhandam o qual desde já agradece as doações para a distribuição das lembrancinhas, brinquedos e afins à crianças de nossa comunidade bem como ao resgate da criança que propaga a esperança, o amor, a fé, a libertação, pois o que criança faz, ninguém desfaz.
Quem não tem a dádiva de receber ou não gosta de incorporar tais entidades iluminadas com certeza não sabe o bem que faz ou já está a muito tempo filiado e preso a um belo kiumba e falange, rs.
Na TEA pseudos sacerdotes da banda podre que infelizmente passaram por aqui no resgate do velho chico, recusavam a incorporar ou mesmo participar da corrente e no final das contas máscaras cairam, hehe.
Como sempre dizia nosso Mestre Jesus:
"Vinde à mim às criancinhas"!
E é sabido que vô Matta & Silva sempre deixava as crianças estarem à vontade na areia sagrada de Itacuruça. Pra bom entendedor pingo é letra.
Salve salve 2016!!!
Salve nossa Mãe Yemanjá!!!
Odoyá ! Ynayá! Haba! Yemanjá!
Salve Ori, Yari, Yariri, Tupazinho, Damião, Doum e Cosminho!!!
Que 2017 seja tão iluminado, abençoado, libertador como está sendo 2016.
Somos o que há para alegria de muitos e inveja, desespero, descacerto e desvio de poucos bem poucos...



quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Candomblé e afins no atual cenário brasileiro


Hoje, quando se fala em "candomblé", o que se tem em mente é um tipo específico de religião formada na Bahia, denominado candomblé "Queto" ou "Ketu", que atualmente pode ser encontrado em praticamente todo o País. Mas o termo candomblé designa muitas variedades religiosas, como veremos adiante.

A palavra candomblé é de origem bantu, podendo derivar da aglutinação das palavras em kimbundo : Kiandombe (negro) + Mebele (casa) = Kiandombemebelê = Candomblé, significando então “Casa de Negros”.

Mas também pode ser o resultado da fusão deste mesmo Mebele, com o prefixo diminutivo Ka + Ndumbe + Mebele = Kandumbele – Ou seja, casa de neófitos, casa de principiantes, ou melhor “Casa de Iniciação”. Esta última é a hipótese mais aceita dentre os estudiosos.Logo sendo a palavra candomblé de origem bantu, podemos admitir a anterioridade dos cultos kongo-angolenses bantu-brasileiros, sobre os cultos de orígem sudanesa.

O candomblé e demais religiões afro-brasileiras tradicionais formaram-se em diferentes áreas do Brasil com diferentes ritos e nomes locais derivados de tradições africanas diversas: candomblé na Bahia, xangô em Pernambuco e Alagoas, tambor de mina no Maranhão e Pará, batuque no Rio Grande do Sul e macumba no Rio de Janeiro.

A organização das religiões negras no Brasil deu-se bastante recentemente, no curso do século XIX. Uma vez que as últimas levas de africanos trazidos para o Novo Mundo durante o período final da escravidão (últimas décadas do século XIX) foram fixadas sobretudo nas cidades e em ocupações urbanas, os africanos desse período puderam viver no Brasil em maior contato uns com os outros, físico e socialmente, com maior mobilidade e, de certo modo, liberdade de movimentos, num processo de interação que não conheceram antes. Este fato propiciou condições sociais favoráveis para a sobrevivência de algumas religiões africanas, com a formação de grupos de culto organizados.

Até o final do século passado, tais religiões estavam consolidadas, mas continuavam a ser religiões étnicas dos grupos negros descendentes dos escravos. No início deste século, no Rio de janeiro, o contato do candomblé com o catolicismo, com as matrizes indígenas e com o espiritismo kardecista trazido da França no final do século propiciou o surgimento de uma outra religião afro-brasileira: a umbanda, que tem sido reiteradamente identificada como sendo a religião brasileira por excelência, pois, nascida no Brasil, ela resulta do encontro de tradições africanas, indígenas, espíritas e católicas. Embora tecnicamente, mesmo os Candomblés, aqui no Brasil sejam radicalmente diferentes de suas matrizes africanas, fazendo com que mesmo estes sejam cultos especialmente brasileiros.

Desde o início as religiões afro-brasileiras formaram-se em sincretismo com o catolicismo, e em grau menor com religiões indígenas. O culto católico aos santos, numa dimensão popular politeísta, ajustou-se como uma luva ao culto dos panteões africanos. A partir de
 1930, a umbanda espraiou-se por todas a regiões do País, sem limites de classe, raça, cor, de modo que todo o País passou a conhecer, pelo menos de nome, divindades como Iemanjá, Ogum, Oxalá etc.
O candomblé, que até 20 ou 30 anos atrás era religião confinada sobretudo na Bahia e Pernambuco e outros locais em que se formara, caracterizando-se ainda uma religião exclusiva dos grupos negros descendentes de escravos, começou a mudar nos anos 60 e a partir de então a se espalhar por todos os lugares, como acontecera antes com a umbanda, oferecendo-se então como religião também voltada para segmentos da população de origem não-africana. Assim o candomblé deixou de ser uma religião exclusiva do segmento negro, passando a ser uma religião para todos. Neste período a umbanda já começara a se propagar também para fora do Brasil.

Durante os anos 1960, com a larga migração do Nordeste em busca das grandes cidades industrializadas no Sudeste, o candomblé começou a penetrar o bem estabelecido território da umbanda, e velhos umbandistas começaram e se iniciar no candomblé, muitos deles abandonando os ritos da umbanda para se estabelecer como pais e mães-de-santo das modalidades mais tradicionais de culto aos orixás.

Nesse período da história brasileira, as velhas tradições até então preservadas na Bahia e outros pontos do País encontraram excelentes condições econômicas para se reproduzirem e se multiplicarem mais ao sul; o alto custo dos ritos deixou de ser um constrangimento que as pudesse conter. E mais, nesse período, importantes movimentos de classe média buscavam por aquilo que poderia ser tomado como as raízes originais da cultura brasileira. Intelectuais, poetas, estudantes, escritores e artistas participaram desta empreitada, que tantas vezes foi bater à porta das velhas casas de candomblé da Bahia. Ir a Salvador para se ter o destino lido nos búzios pelas mães-de-santo tornou-se um must para muitos, uma necessidade que preenchia o vazio aberto por um estilo de vida moderno e secularizado tão enfaticamente constituído com as mudanças sociais que demarcavam o jeito de viver nas cidades industrializadas do Sudeste.

O candomblé encontrou condições sociais, econômicas e culturais muito favoráveis para o seu renascimento num novo território, em que a presença de instituições de origem negra até então pouco contavam. Nos novos terreiros de orixás que foram se criando então, entretanto, podiam ser encontrados pobres de todas as origens étnicas e raciais. Eles se interessaram pelo candomblé. E os terreiros cresceram às centenas.

O termo candomblé designe vários ritos com diferentes ênfases culturais, aos quais os seguidores dão o nome de "nações" (Lima, 1984). Basicamente, as culturas africanas que foram as principais fontes culturais para as atuais "nações" de candomblé vieram da área cultural banto (onde hoje estão os países da Angola, Congo, Gabão, Zaire e Moçambique) e da região sudanesa do Golfo da Guiné, que contribuiu com os iorubás e os ewê-fons, circunscritos principalmente aos atuais território da Nigéria e Benin. Mas estas origens na verdade se interpenetram tanto no Brasil como na origem africana.

A Nação Ketu

Na chamada "nação" Ketu, na Bahia, predominam os orixás e ritos de iniciação de origem iorubá. Quando se fala em candomblé, geralmente a referência é o candomblé ketu e seus antigos terreiros são os mais conhecidos: a Casa Branca do Engenho Velho e duas casas derivadas da Casa Branca, o Axé Opô Afonjá e o Gantois; além do candomblé do Alaketo. O candomblé ketu tem tido grande influência sobre outras "nações", que têm incorporado muitas de suas prática rituais. Sua língua ritual deriva do iorubá, mas o significado das palavras e a sintaxe em grande parte se perderam através do tempo. Além do ketu, as seguintes "nações" também são do tronco iorubá (ou nagô, como os povos iorubanos são também denominados): efã e ijexá na Bahia, nagô ou eba em Pernambuco, oió-ijexá ou batuque de nação no Rio Grande do Sul, mina-nagô no Maranhão, e a quase extinta "nação" xambá de Alagoas e Pernambuco.

Mais recentemente, quando o candomblé (de origem baiana, nação ketu) já se encontrava espalhado por todos os grandes centros urbanos, tendo já, inclusive, iniciado sua propagação por países do Cone Sul e também da Europa, iniciou-se um movimento de recuperação de raízes africanas conhecido como "africanização", que rejeita o sincretismo católico, procura reaprender o iorubá como língua original e tenta reintroduzir ritos que se perderam ao longo do tempo e redescobrir os mitos esquecidos dos orixás.

A Nação Angola

A "nação" angola, de origem banto, adotou o panteão dos orixás iorubás (embora os chame pelos nomes de seus esquecidos inquices, divindades bantos, assim como incorporou muitas das práticas iniciáticas da nação ketu. Sua linguagem ritual, também intraduzível, originou-se predominantemente das línguas quimbundo e quicongo. Nesta "nação", tem fundamental importância o culto dos caboclos, que são espíritos de índios, considerados pelos antigos africanos como sendo os verdadeiros ancestrais brasileiros, portanto os que são dignos de culto no novo território a que foram confinados pela escravidão. O candomblé de caboclo é uma modalidade da nação angola, centrado no culto exclusivo dos antepassados indígenas. Foram provavelmente o candomblé angola e o de caboclo, além do catimbó e das juremas, cultos de origem indígena que deram origem à umbanda. Há outras nações menores de origem banto, como a congo e a cambinda, hoje quase inteiramente absorvidas pela nação angola.

A Nação Jeje

A nação jeje-mahin, do estado da Bahia, e a jeje-mina, do Maranhão, derivaram suas tradições e língua ritual do ewê-fon, ou jejes, como já eram chamados pelos nagôs, e suas divindades centrais são os voduns. As tradições rituais jejes foram muito importantes na formação dos candomblés com predominância iorubá.

A palavra JEJE vem do yorubá adjeje que significa estrangeiro, forasteiro. Portanto, não existe e nunca existiu nenhuma nação Jeje, em termos políticos. O que é chamado de nação Jeje é o candomblé formado pelos povos fons vindo da região de Dahomé e pelos povos mahins. Jeje era o nome dado de forma perjurativa pelos yorubás para as pessoas que habitavam o leste, porque os mahins eram uma tribo do lado leste e Saluvá ou Savalu eram povos do lado sul. O termo Saluvá ou Savalu, na verdade, vem de "Savê" que era o lugar onde se cultuava Nanã. Nanã, uma das origens das quais seria Bariba, uma antiga dinastia originária de um filho de Oduduá, que é o fundador de Savê (tendo neste caso a ver com os povos fons). O Abomei ficava no oeste, enquanto Axantis era a tribo do norte. Todas essas tribos eram de povos Jeje.

A palavra DAHOMÉ, tem dois significados: Um está relacionado com um certo Rei Ramilé que se transformava em serpente e morreu na terra de Dan. Daí ficou "Dan Imé" ou "Dahomé", ou seja, aquele que morreu na Terra da Serpente. Segundo as pesquisas, o trono desse rei era sustentado por serpentes de cobre cujas cabeças formavam os pés que iam até a terra. Esse seria um dos significados encontrados: Dan = “serpente sagrada” e Homé = “a terra de Dan”, ou seja, Dahomé = “a terra da serpente sagrada”. Acredita-se ainda que o culto à Dan é oriundo do antigo Egito. Ali começou o verdadeiro culto à serpente, onde os Faraós usavam seus anéis e coroas com figuras de cobra. Encontramos também Cleópatra com a figura da cobra confeccionada em platina, prata, ouro e muitos outros adornos femininos. Então, posso dizer que este culto veio descendo do Egito até Dahomé. Há, ainda a versão de que Dan teria se originado de uma das 12 tribos de Israel. Consta ainda que o povo Nkongolo, que teria originado os povos
Congos e Angolas, cultuava a serpente – de onde veio o nome do nkice Hongolo, mais tarde conhecido como Angorô, relacionado com o Oxumaré dos Nagô. Teriam estes povos uma origem comum?

Os povos Jejes se enumeravam em muitas tribos e idiomas, como: Axantis, Gans, Agonis, Popós, Crus, etc. Portanto, teríamos dezenas de idiomas para uma tribo só, ou seja, todas eram Jeje, o que foge evidentemente às leis da lingüística - muitas tribos falando diversos idiomas, dialetos e cultuando os mesmos Voduns. As diferenças vinham, por exemplo, dos Minas - Gans ou Agonis, Popós que falavam a língua das Tobosses.

Os primeiros negros Jeje chegados ao Brasil entraram por São Luís do Maranhão e de São Luís desceram para Salvador, Bahia e de lá para Cachoeira de São Félix. Também ali, há uma grande concentração de povos Jeje. Além de São Luís (Maranhão), Salvador e Cachoeira de São Félix (Bahia), o Amazonas e bem mais tarde o Rio de Janeiro, foram lugares aonde encontram-se evidências desta cultura.

Muitos Voduns Jeje são originários de Ajudá. Porém, o culto desses voduns só cresceram no antigo Dahomé. Muitos desses Voduns não se fundiram com os orixás nagos e desapareceram totalmente. O culto da serpente Dãng-bi é um exemplo, pois ele nasceu em Ajudá, foi para o Dahomé, atravessou o Atlântico e foi até as Antilhas.

Quanto a classificação dos Voduns Jeje, por exemplo, no Jeje Mahin tem-se a classificação do povo da terra, ou os voduns Caviunos, que seriam os voduns Azanssu, Nanã e Becém. Temos, também, o vodun chamado Ayzain que vem da nata da terra. Este é um vodun que nasce em cima da terra. É o vodun protetor da Azan, onde Azan quer dizer "esteira", em Jeje relaciona-se ao Kaviungo e Xapanã. Achamos em outro dialeto Jeje, o dialeto Gans-Crus, também o termo Zenin ou Azeni ou Zani e ainda o Zoklé. Ainda sobre os voduns da terra encontramos Loko. Ele apesar de estar ligado também aos astros e a família de Heviosso, também está na família Caviuno, porque Loko é árvore sagrada; é a gameleira branca, que é uma árvore muito importante na nação Jeje. Seus filhos são chamados de Lokoses. Ague, Azaká é também um vodun Caviuno. A família Heviosso é encabeçada por Badë, Acorumbé, também filho de Sogbô, chamado de Runhó. Mawu-Lissá seria o orixá Oxalá dos yorubás. Sogbô também tem particularidade com o Orixá em Yorubá, Xangô, e ainda com o filho mais velho do Deus do trovão que seria Averekete, que é filho de Ague e irmão de Anaite. Anaite seria uma outra família que viria da família de Aziri, pois são as Aziris ou Tobosses que viriam a ser as Yabás dos Yorubás, achamos assim Aziritobosse. Estou falando do Jeje de um modo geral, não especificamente do Mahin, mas das famílias que englobam o Mahin e também outras famílias Jeje.

Como relatei, Jeje era um apelido dado pelos yorubás. Na verdade, esta família, deveria ser classificados de povo Ewe, que seria o mais certo. Ewe-Fon seria a verdadeira denominação.
Continuando com algumas nomenclaturas da palavra Ewe-Fon, por exemplo, a casa de candomblé da nação Jeje chama-se Kwe = "casa". A casa matricial em Cachoeira de São Félix chama-se Kwe Ceja Undé. Toda casa Jeje tem que ser situada afastada das ruas, dentro de florestas, onde exista espaço com árvores sagradas e rios. Depende das matas, das cachoeiras e depende de animais, porque o Jeje também tem a ver com os animais. Existem até cultos com os animais tais como, o leopardo, crocodilo, pantera, gavião e elefante que são identificados com os voduns. Então, este espaço sagrado, este grande sítio, esta grande fazenda onde fica o Kwe chama-se Runpame, que quer dizer "fazenda" na língua Ewe-Fon. Sendo assim, a casa chama-se Kwe e o local onde fica situado o candomblé, Runpame. No Maranhão predomina o culto às divindades como Azoanador e Tobosses e vários Voduns onde a "sacerdotisa" é chamada Noche e o cargo masculino, Toivoduno. 

Respondendo a inúmeros e-mails, questionamentos e scraps que venho recebendo de nomes que foram representativos outros nem tanto e que nem vale a pena falar, estão a migrar para o candomblé e outros cultos de nação na vã pretensão de obter o dito "axé" e seus afins.  Lamentável, pois nos tempos auréos de Zelio Fernandino de Moraes, vô Matta & Silva e a Umbanda Esotérica, eram fiéis lutadores, esclarecedores e referências contra as famigeradas práticas fetichistas, anacrônicas e decadentes de tais ritos. Faltou alicerce, suporte e caráter infelizmente. Haja encarnações para tais reajustamentos à Lei.

Agradecendo sempre ao astral que nos assiste a mais de 30 anos por evitar veementemente contatos ou introduções a tais práticas primitivas à nossa casa bem como ao nosso bem viver. Respeitamos o livre arbítrio de cada um, mas não compactuamos com tais práticas e queremos distância bem destacável disso tudo. Caboclo Sr das 7 Espadas em seus iluminados sempre dizia:
"Para cada pessoa ou agrupamento haverá sempre um culto que mais lhe fale a alma"...

Que possam ser felizes caso o karma pessoal os permita.
Salve Nosso Pai Oxossi que virá reger 2017 e iluminar, amparar, proteger, escudar e imunizar nossas vidas em todos os sentidos...
Salve nossa Mãe Yemanjá lavando, escoimando e libertando de todas as energias negativas e afins.
Salve nosso Pai Yorimá guarnecendo, isolando e acobertando contra todas as manifestações, indícios e energias manipuladas.
Salve toda a espiritualidade de nossa raiz hoje e sempre.
Odoyá...Yemanjá...Ynayá...Haba...
Que 2017 seja tão iluminado, abençoado e libertador como está sendo 2016.
Somos o que há para alegria de muitos e inveja, desacerto, desespero e surto de poucos...bem poucos...


terça-feira, 23 de agosto de 2016

TEA by novos aceitos!!!


A Caridade é uma das virtudes mais agradáveis aos olhos do Pai. Porque a Caridade exige a humildade e o amor, quando se pratica a Caridade sem interesses aos olhos do Pai o amor entre as criaturas cresce e renova-se a cada ação para o bem. Sejamos gratos pelas oportunidades de ajuda para aqueles que necessitam dela, pois quando agimos através do bem ao outro na verdade estamos acariciando e afagando nosso coração o tornando mais bondoso, portanto os mais beneficiados no ato da Caridade somos nós mesmos, porque estamos promovendo em nós mudanças morais que vão nos fazer pessoas melhores. Lembremos que a Caridade para com o próximo é um degrau que estamos subindo para a nossa regeneração moral e espiritual.
Louvado seja o astral de Fato e de Direito que nos assiste desde 16/08/1982 quando ingressamos na ativa nessa maravilhosa, magnaníma e iluminada Umbanda de Todos Nós.
Louvado seja os novos irmãos que a cada dia enaltecem à seara do velho Chico e à raiz de Guiné.
Louvado seja nossas defesas, nossos axés, nossos erós e nossas forças!!! 
Como sempre diz um dos portentosos guardiões da casa:
"Essa casa está pronta para novos desafios"!!!!
Salve 2016!!!
Salve nossa mãe Yemanjá cobrindo com seu manto sagrado seus filhos diletos!!!
Odoyá!!! Yemanjá!!! Haba!!! Ynayá!!!





segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Mediuns e suas características nessa Umbanda de Todos Nós!!!


Infelizmente toda casa tem:
Filho de santo Pombo: se tiver comida ele vem todo dia;
Filho de santo Tamanduá: tem a língua maior que a boca;
Filho de santo Ave do Paraíso : só serve pra dançar;
Filho de santo mão na massa: serve pra tudo;
Filho de santo dieta: “amanhã eu começo o desenvolvimento”;
Filho de santo nuvem negra: quando se aproxima você sabe que vem tempestade;
Filho de santo Pit bull: não deixa ninguém se aproximar do pai de santo, se não ele ataca;
Filho de santo Gato: está sempre lambendo o pai de santo;
Filho de santo Bicho preguiça: na hora da função tá dormindo;
Filho de santo Macaco: Pula de Casa em casa;
Filho de santo Hiena: Está sempre rindo até de desgraça;
Filho de santo Galeto: Novo no santo, mas gosta de cantar de Galo e dar coice...cuidado;
Filho de santo Urubu: Só aparece quando a coisa fedeu;
Filho de santo João de barro: Trabalha muito em sua casa, e ainda tem gente que não dá valor;
Filho de santo Vira lata: Leva chute, mas sempre volta com o rabo entre as pernas;
Filho de santo Pavão: Gosta de aparecer mais que os outros;
Filho de santo do Cabide: Só aparece no dia do Xire;
Filho de santo Papagaio: Repete o que o Pai de Santo diz, mas não sabe o que está falando;
Filho de santo Ostentação: Chega com as coisas e roupas mais caras, e no bolso o dinheiro da passagem tá contadinho;
Filho de santo dor de garganta: mexe a boca, mas voz, nada!;
Filho de santo médium das galáxias: se deixar recebe até o defumador...
Filho de santo cascalho: por mais que lapide jamais será um Diamante ...

Toda casa de Luz de Fato e de Direito já vivenciou isso, mas felizmente em nossa querida, iluminada e guardada TEA, os filtros, as defesas e os axés estão sempre em evidência. Recebemos, lapidamos e ficamos apenas com os Diamantes e nada mais...
Já os cascalhos e seus afins que sigam seus caminhos e possam se afinizar aos seus...
Salve 2016!!!
Salve nossa Mãe Yemanjá, nosso Pai Orixalá e nosso Pai Yorimá!!!
HABA...ODOYÁ...YNAYÁ...YEMANJÀ!!!








quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Blog em Evidência sempre!!! (Tá meu bem...aceita que doí menos) rs.


Um saravá fraterno aos nobres irmãos de Fato e de Direito dessa Iluminada, Magnaníma e Abençoada Umbanda de Todos Nós, o qual agradecemos profundamente as visitas, homenagens e felicitações ao nosso Blog por alcançar as mais de 35 mil visualizações desde a sua criação em 2009.
Um canal singelo, exotérico e único de mostrar uma Umbanda sem preconceitos, hipocrízias, canalices e afins que infelizmente existem por ai. Nossa Umbanda é baseada no Amor, na Fraternidade, na Qualidade e nos bons resultados reais e concretos a quem nos procura e sabe ser merecedor e fiel ao axé, pois nossa casa é e sempre será fechada, selecionada e qualificada á pessoas que realmente exalem ao bom defumador, que queiram ser felizes em todos os sentidos com dignidade, respeito, transparência e que saibam agradecer, agradecer e agradecer...
Diamantes serão sempre Diamantes e cascalhos sempre serão cascalhos.
Pode fazer trabalhos, consultar com entidades, subir e descer ladeiras, pagar promessas, fazer penitências, se aliar a pseudos mestres/discípulos amebas párias de kiumbas encarnados que representam papeis teatrais de péssima categoria, tipos avatares, salvadores, iluminados, vítimas e afins, que a real intenção é a famosa "salva" embutida para pagar suas viagens, contas e regalias.
Como sempre diz o velho ditado popular: “Um asno cheira o outro pelo rabo” e o melhor da festa é que cobras vão comer uma às outras, rs.
Estamos em evidência e isso que importa, pois “Falem bem, falem mal, mas falem de nós (nas costas) porque na frente , no cara a cara é ruim né?rs
Infelizmente por motivos de compromissos importantíssimos não temos tempo de cuidar melhor do blog, responder e-mails, dar atenção à altura dos irmãos que nos procuram de todo esse Brasil e alguns países que estão cultuando a Umbanda e a Raiz de Guiné de nosso avô W. W da Matta & Silva.
Desde já um obrigado universal e salve nossa Mãe Yemanjá que rege 2016 cobrindo com seu manto sagrado a todos os seus filhos dignos de sua Força, Luz, Proteção, Bençãos e Glórias, preparando a chegada de 2017 que será regida por Oxossi by Planeta Vênus, amparando, iluminando e escudando os teus filhos diletos contra os inimigos visíveis e invisíveis desta vida ou de vidas passadas, kiumbas, magos negros e afins.
Odoyá! Yemanjá!
Haba! Ynayá!
Axé!!!

Somos o que há para alegria de muitos e inveja, desacerto, desvio, desespero e surto de poucos...bem poucos (rs). 


quinta-feira, 28 de julho de 2016

Receita ao bem viver!!!


"Não se preocupe, *se ocupe.*
Ocupe seu tempo, ocupe seu espaço, ocupe sua mente.
Não se desespere, *espere.*
Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar.
Não se indisponha, *disponha.*
Disponha boas palavras, disponha boas vibrações, disponha sempre.
Não se canse, *descanse.*
Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo.
Não menospreze, *preze.*
Preze por qualidade, preze por valores, preze por virtudes.
Não se incomode, *acomode.*
Acomode seu corpo, acomode seu espirito, acomode sua vida.
Não desconfie, *confie.*
Confie no seu sexto sentido, confie em você, confie em Deus.
Não se torture, *ature.*
Ature com paciência, ature com resignação, ature com tolerância.
Não pressione, *impressione.*
Impressione pela humildade, impressione pela simplicidade, impressione pela elegância.
Não crie discórdia, *crie concórdia.*
Concórdia entre nações, concórdia entre pessoas, concórdia pessoal.
Não maltrate, *trate bem.*
Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta.
Não se sobrecarregue, *recarregue.*
Recarregue suas forças, recarregue sua coragem, recarregue sua esperança.
Não atrapalhe, *trabalhe.*
Trabalhe sua humanidade, trabalhe suas frustrações, trabalhe suas virtudes. 
Não conspire, *inspire.*
Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde.
Não se apavore, *ore.*

Ore a Deus!!!"

Salve Mãe Yemanjá que rege 2016!
Salve Pai Orixalá que ilumina a tudo e a todos com seu axé!
Salve Pai Yorimá que nos roteja, escuda, defenda nossas vidas em todos os sentidos!
Odoyá!
Ynayá!
Haba!
Yemanjá!

Somos o que há em todos os sentidos para alegria de muitos e inveja, desacerto, desvio e desespero de poucos...bem poucos...
2016 bombando de axéx, bençãos, glórias e axés em todos os sentidos!!!